Escrito por Amanda M.
Revisado por MônicaConheci ela quando ainda tinha 19 anos e na época eu namorava um rapaz já há uns 2 anos. Ela era minha vizinha nova no prédio, seu apartamento ficava exatamente no outro lado do corredor e nos víamos algumas vezes no elevador.
Ela era mais velha, tinha 34 anos, 15 a mais do que eu, mas parecia mais nova. Era mais alta, 1,80 cm, com cabelos pretos, lisos, curtos até na altura dos ombros, seios grandes que se destacavam nos decotes que ela usava, e coxas grossas em longas pernas.
Enquanto que eu era baixinha e magrinha, me sentia minúscula ao lado dela, dentro do elevador, e olhava para cima para dizer um bom dia. Sempre fui tímida, e o jeito que ela olhava para mim me deixava muito nervosa no começo. Ela respondia o bom dia me encarando nos olhos, ficava alguns segundos sem dizer nada e então me perguntava “tudo bem?”
Eu gaguejava na resposta, de tão nervosa que ficava. Comentava com minhas amigas sobre isso e todas, principalmente as que moravam no mesmo prédio, concordavam “eu acho que ela está a fim de você!”
Era só para mim os olhares longos, como se me examinasse, como se me despisse. Ela tinha uma força, um domínio sobre mim, quase hipnótico.
Uma vez contei para meu namorado, ele ficou bravo comigo. Achou que eu estava dando bola para a vizinha. Correspondendo. Mas não era verdade! Mas foi depois de uma briga dessas, que eu comecei a pensar mais vezes na vizinha. Eu já havia ficado com outras meninas antes, nada demais, só uns beijinhos bobos, mas com o tempo cheguei a sonhar, literalmente, com relações mais íntimas com ela. Acordava de madrugada pensando “meu Deus, o que é isso?”
Num sábado, eu estava voltando da área verde que tem no condomínio, e passando pela garagem encontrei a vizinha entrando no elevador com algumas sacolas de compras de supermercado. Me ofereci para ajudar a carregar, e ela agradeceu pois estava quase deixando algumas caírem.
Dentro do elevador ela ficou olhando para meu corpo, enquanto eu fingia que nem notava. Eu usava um conjunto de ginástica, com bermuda e top em suplex, e uma tatuagem minha aparecia nas costas. Ela olhou por um tempo e disse que era uma tatuagem bonita e que eu tinha bom gosto. Eu agradeci. E ela continuou, dizendo que eu deveria me vestir mais vezes assim, para mostrar mais o meu corpo, pois eu tinha um corpo bonito, ela disse. Respondi agradecendo, de forma automática, e sem pensar disse que ela também tinha um corpo bonito. E só depois me dei conta de que sem querer poderia ter cantado ela.
Já na frente da porta dela, minha vizinha deixou algumas sacolas no chão para pegar a chave do apartamento. No que ela se abaixou nas duas vezes ela fitou o meu corpo. Entramos. O apartamento era bonito, bem decorado mas um tanto vazio, tinha poucos móveis. Havia na sala uma prancheta de desenho e um cavalete de pintura. Assim que deixei as sacolas sobre a mesa da cozinha, fui espiar a mesa de desenho. Perguntei com o que ela trabalhava, ela disse que era arquiteta, mas que em casa fazia mais desenhos artísticos. Na mesa haviam apenas esboços de nus artísticos, todos femininos. E no cavalete uma pintura de parte de um corpo de uma mulher, exibindo os seios pequenos e brancos.
Enquanto eu os observava, ela se aproximou por trás, e encostando um pouco em mim, perguntou se eu gostava do que via. Eu disse que suas artes eram muito bonitas. E então ela perguntou se eu gostaria de posar para ela. “Posar como?” eu perguntei me virando. “Nua” ela respondeu segurando minhas duas mãos e levando-as até sobre a mesa, aproximando seu corpo do meu, e colocando sua perna entre as minhas. Abaixando-se um pouco, então, ela ainda me encarando, vendo o quanto eu estava nervosa, ela sorria. Depois fechou os olhos, virou o rosto um pouco para o lado e me beijou no pescoço. Minha resposta foi um “ai” suspirado, um gemido, e toda a tensão que havia no meu corpo deu lugar a um estado de moleza, me senti derretendo nos braços dela. Ela foi me envolvendo. Mais um beijo no pescoço. Depois um na bochecha e logo eram meus lábios que procuravam os dela. Nos beijamos de leve no começo, e meus braços procuraram então o corpo dela. Senti ela apertando. Seus seios contra os meus, e sua perna dobrada fazendo sua coxa se esfregar entre as minhas pernas.
O beijo ficou mais intenso, as línguas se encontraram. Minha respiração estava mais forte, meu coração acelerado e as mãos dela já deslizavam das minhas costas para minha bunda. “Relaxa!”, ela sussurrou em meu ouvido, mordendo a pontinha de minha orelha e passando a língua ali depois. Eu apenas respondi gemendo, mais uma vez, tentando dizer apenas um “ok”! Ela se abaixou, beijando minha barriga e meu umbigo, me fazendo cócegas, só então notei que suas mãos já estavam abaixando minha bermuda. Ela ficou de joelhos na minha frente, enfiando a cara em minha calcinha, me cheirando e beijando, agarrando minha bunda. Minhas mãos tocaram seus cabelos, acariciando-os. Minha calcinha foi sendo abaixada também, aos poucos, ela beijou e lambeu meus pelinhos, e fui abrindo as pernas, pois sabia o que ela iria fazer.
Mas ela apenas deu um selinho em minha xaninha, e se levantou. Me pegou pela mão e me levou até o quarto, andando apenas de tênis e top pelo apartamento dela, só então me dei conta das janelas abertas. No quarto as cortinas estavam fechadas. Ela me levou até a cama, e eu sentei, como se estivesse em transe, hipnotizada por ela, olhando para seus movimentos, tentando adivinhar o que ela ia fazer em seguida. Ela se abaixou novamente na minha frente, e tirou meus tênis e meias. Depois tirou meu top, me fazendo levantar os braços.
Completamente nua, na cama dela, minha vizinha me observou por um tempo, me deixando corada de vergonha, ela me estudava, me desenhava em sua mente. “O que foi?” eu perguntei gaguejando novamente, ainda nervosa. “Você é linda!”, ela respondeu me empurrando para trás, me forçando deitar. Ela então tirou sua calça e sentou sobre minhas coxas, de frente para mim. Quando fui tocá-la, ela segurou com força minhas mãos contra a cama, e se abaixou para me beijar. Foi só quando ela quis ser tocada, que ela pegou minhas mãos e as levou até os grandes seios dela. Minhas mãozinhas eram minúsculas segurando eles. Ela tirou sua camisa e o sutiã, me mostrando seus seios com marcas de bronzeado, mamilos escuros e grandes.
Ela deitou sobre mim e me ajudou a tirar a calcinha dela. Nuas, nos rolamos na cama, ela me rolou sobre ela, na verdade. E ficamos dando uns amasso, com beijos longos e molhados, mãos famintas desesperadas tocando nossos corpos já suados. Ela novamente tomou o controle da ação e me fez mudar de posição. Fizemos um 69, com meu corpo sobre o dela. Nos chupamos muito, foram longos minutos sentindo sua língua molhada em minha boceta, e eu sentindo o gosto de outra mulher pela primeira vez. Sua boceta estava muito molhada, ela era raspada, mas eu sentia uns pelinhos novos crescendo, deixando um pouquinho áspera. Ela tinha lábios grandes lá, que eu puxava a cada chupada e isso fazia ela gemer alto.
De repente, sem aviso, ela me jogou para o lado e deitou-se com sua mão caindo em minha xaninha. Seus dedos foram me tocando, esfregando meu clitóris com força e bem rápido. Eu já estava cansada, com meu coração batendo muito rápido e com a respiração muito ofegante. Queria parar mas ela não me deixava, me segurava e eu não dava conta dela. “Ah para, por favor” eu gemia, e ela enfiava a língua na minha boca para me fazer calar. A mão dela de tão molhada, tão lubrificada, entrava às vezes lá dentro, era só então que ela desacelerava um pouco, mas logo voltava ao ritmo.
Gozei gritando, tentando gritar, mas tudo saia abafado pela respiração. Meu corpo inteiro estremeceu, fechei minhas pernas com tanta força que ela não conseguiu tirar a mão, mas aos pouco fui amolecendo novamente. Relaxando. Ela me beijando o corpo todo, vários beijinhos, então deitou do meu lado e me abraçou. Ficamos ali por um tempo, um bom tempo. Toda essa brincadeira durou umas três horas, acho até que cochilei na cama dela. Ela me vestiu, como se eu fosse uma bonequinha dela, então nos despedimos.
Passamos a nos encontrar quase todos os dias. Ficamos muito amigas além de amantes e um mês depois terminei com meu namorado. Tempo depois, quando meus pais teriam que mudar de cidade, e eu de faculdade por causa disso, consegui convencer eles a me deixarem ficar ali, morando com a minha amiga. Foi então que contei para eles do nosso namoro. Todos aceitaram. E moro ainda com ela, já há 4 anos.