SEXO COM AMOR

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"Desde quando idade define maturidade?"

- Desconhecido. (via desabafa-r)

(Source: oprincipe-rei, via desabafa-r)

"Às vezes o dom de alguém é cuidar de outra pessoa."

- Supernatural. (via desabafa-r)

(Source: eucaliptas, via desabafa-r)

"Eu tentei, juro que tentei. Fechei a porta, bati o pé e gritei: não, não desta vez! O coração implorava pedindo para voltar, a cabeça guerrilhava pedindo para se afastar. Voltei, destranquei a porta, corri, deitei e esperei… Por fim, suspirei, até que adormeci."

- Dom D.  (via antipoetico)

(Source: Cissuras, via antipoetico)

Garota.

Esse é o final de um a história de amor. Eu parti, você deixou, o que me resta agora é não voltar a trás. Você garotinha, me mostrou o amor em vários momentos, me fez sentir sensações que até então eu não conhecia. Você me fez sentir um homem com todas as letras. O tempo passou, não somos donos de nossos corações, não escolhemos por quem se apaixonar, somos fracos e bobos. Sei que talvez você nem leia isso, mas espero que você encontre alguém que te preencha por completa como eu te completei, te abrace, te leve para ver filmes e dance com você. Que ele não tire esse sorriso que você tem, esses dentes brancos. Que ele reconheça esse seu cheiro de fruta de longe. Que ele tenha a paciencia de descobrir mais em você o que eu não fui capaz. Que você fique bem, mas que não olhe mais no meu rosto e nem vá de encontro a mim. Você tem um caminho lindo para trilhar, mas toma cuidado com as pessoas ao seu redor, eu mesmo de longe, estarei aqui, te desejando algo bom. Eu não quero. Eu não posso. Aprenda, meu coração pertence a outra pessoa agora, me desculpa te fazer no amor. Quero que você cresça e aprenda que… Não. Eu não me importa com você. 

jah-place asked: adoro o teu tumblr!

Obrigado meu amor 💘

"Então, descubro na tua boca nua e ressecada, um poema. E do poema, singelo e triste, uma mão. E na mão, rude e casta, sinto cheiro de paz. E da paz, um grito eufórico de salvação. E das salvações muitas, há cheiro de suicídio. E dos suicídios, as secas nordestinas e os rumores de guerra. Te cheiro, você foge e sua mania de ir embora é o meu escape para escrever. Uma, duas, três palavras desconexas e um pouco de calma que talvez não tivesse se não fosse assim, tão amador. Porque eu te abraço como quem nunca abraçou antes, como se houvessem coberto o momento e não ousavam, até então, resgatá-lo. Os mundos, as fomes, os desertos das almas poetizadas. Então, me descubro. Sereno, inteiro. E ao me descobrir, te cubro. Nu, espantado. As áureas impecáveis, divinas e todo sabor de liberdade na ponta das asas prestes a voar. Eu te voo. Você me voa. Descobrimos a sede, o anseio, o vômito que formou uma esperança que formou outra esperança que formou nossas formas e dançou nossos corpos. No poema dizia: e voaram para longe para se descobrir. E no suicídio, a palavra dita em silêncio: foram se saciar. E das mãos machucadas e do cheiro de paz, as pausas: fugimos de tudo hoje, ontem, amanhã."

- Floresinexatas.    (via amando-e-reamando)

(Source: floresinexatas, via amando-e-reamando)

"Pra dizer que teu amor foi daqueles que me roubou a pele, a vergonha, as vértebras, as têmperas, os búzios, os deuses, as falas, os gestos, os tempos, as vidas. Pra dizer que eu te amei demais muito mais do que supus, e que quis muito que tudo ficasse bem entre nós, mas que não foi bem assim. Dizer também que queria poder escrever mais, porém sinto atrofia e preguiça de relatar, novamente, como eu te quis, como eu me dei e como você poderia ter reagido a isso. Como tentei te salvar e por tentar te salvar, acabei me perdendo entre tantas guias e tantas ausências que nem eu sabia como suprir. Dizer que eu ainda te amo, que enquanto nada acontece, nada se resolve e você não fala, eu continuo aqui, esperando que tudo se ajeite, que você venha me roubar pela última vez e me levar daqui. Dizer que sinto uma ausência quando nós conversamos mas que você não se importa muito, e nunca se importou, se era ausência ou presença. Mas que eu te amei assim mesmo, ligando desesperado para sua mãe para ela me dizer algo de você, algo que acalmasse meu coração bravio, algo que me desse esperança de que você não havia se jogado de uma ponte como prometera. Pra dizer que eu escuto seu nome ao longe e choro de aflição e me escondo atrás dos escombros que jogaram em cima de mim. E que estou mais triste mais intenso e mais feliz. Mas que também choro pelas pessoas que perderam seus braços no vietnã e pelos textos que perdi quando roubaram-me de mim. Uma solidão que me roubou, uma agonia que tirou-me de mim, açoitou meus dramas e me fez viver com a ferida exposta. Pra dizer que súplico pelo seu calor entretanto não quero morrer dele, e que quero que entendas as minhas manias de fuga também. Por que não lhe disse que também sei fugir? Que também possuo pés capazes de voar? E que também tenho medo e por isso posso querer morar em outro esconderijo, que não você? Pra dizer que eu te amo eu te amo eu te amo, tanto que não posso mensurar, e é até pecado escrever, porque podem roubá-lo de mm. Pra dizer que teu corpo é como um oceano que margeia uma ilha deserta e que seus lábios são coxas de anjos que viraram poemas em algum lugar da terra. Pra falar que sinto uma inenarrável vontade de voltar no começo, no princípio, naquilo que foi de uma paz imensa, naquilo que causou um espantamento, no que foi mais do que amor. Aonde foi mais do que amor. Incomparável amor. Dedução ilógica de um sofrimento que não planejo mas que vem e sopra tudo e todos em cima da minha ferida - aberta, chamada seu nome."

- Floresinexatas   (via amando-e-reamando)

(Source: etiopy, via amando-e-reamando)